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Reportagens
Palestra
em Maceió
Advogada
(OAB/RJ.67.576), carioca, presidente e fundadora da Associação
das Vítimas de Erros Médicos. Recebeu título
de Inovadora do Bem Estar Social da Fundação
Americana ASHOKA, vencedora do Prêmio Cláudia
2002 e vários outros prêmios. Palestrante e
congressista de diversos eventos como a semana de Solidariedade
Humana ao Deficiente Renal; II Congresso Brasileiro de Segurança
Pública; III Encontro de Gestação e
Parto Natural Consciente; II Fórum Interdisciplinar
de Medicina e Direito; Erros Médicos - responsabilidade
civil dos médicos, palestras da UERJ, entre outras.

Palestra
GAZETA
DE ALAGOAS
MACEIÓ,
DOMINGO, 06/04/2003
ADVOGADA FAZ PALESTRA EM MACEIÓ SOBRE ERRO MÉDICO
A Responsabilidade
Médica pelo Código de Defesa do Consumidor
é o tema da palestra ministrada pela advogada carioca
Célia Destri, no próximo dia 10. O evento
acontecerá às 19:00 hs no salão de
convenção do Maceió Mar Hotel, e é
destinado a profissionais e estudantes das áreas
médica e jurídica.
A doutora Destri é fundadora e presidente da Associação
das Vítimas de Erro Médico, com sede no Rio
de Janeiro. Premiada por sua brilhante atuação
frente à entidade, ela recebeu em 2002 dois títulos
importantes: o primeiro, internacional, conferido pela Fundação
Norte-Americana ASHOKA, como inovadora do Bem-Estar Social;
e o segundo da Revista Cláudia, como Mulher do Ano.
Sua rotina diária de trabalho inclui palestras, sobre
o tema, no Brasil inteiro. Em onze anos frente à
entidade, Célia Destri já ganhou 150 processos
e atualmente acompanha outros 700. Quando perguntada sobre
o assunto, ela tem uma tese precisa. "Um médico
pode errar, todo profissional erra. Quando isso acontece,
porém, ele deve assumir o erro e dar toda assistência
ao paciente", para ela, a quebra de confiança
se dá pelo abandono.
Em sua passagem por Maceió, a doutora Destri fará
também o lançamento do livro Erro Médico
Julgo Procedente, que sai sob o selo da Editora Forense.
O evento é coordenado pelas empresas, Chamusca Comunicações
e W3 Assessoria e Eventos.

Rádio Difusora
TRIBUNA
MACEIÓ,
QUINTA-FEIRA, 10/04/2003
POLÊMICA - PALESTRA VAI ABORDAR HOJE A
PROBLEMÁTICA DO ERRO MÉDICO
A questão
da responsabilidade médica pelo código de
Defesa do Consumidor será o tema da palestra ministrada
hoje pela presidente e fundadora da Associação
das Vítimas de Erros Médicos (AVERMES),
Célia Destri. Na ocasião, ela lançará
em Maceió o livro de sua autoria "Erro Médico
Julgo Procedente".
O evento, destinado a profissionais das áreas de
saúde, social e jurídica, além de
estudantes e empresários, ocorrerá no auditório
do Maceió Mar Hotel, a partir das 19:00 hs. Em
sua apresentação, Célia discutirá
a problemática da relação médico/paciente.
Entre os questionamentos mais comuns, como deverá
proceder a vítima de erro médico? Os planos
de saúde e os hospitais também são
responsáveis pela falha? Como age o poder jurídico?
Segundo Célia, o assunto geralmente não
agrada aos profissionais da saúde. "Eles não
aceitam críticas", afirma.
Célia Destri resolveu criar a AVERMES
em 1991, um ano depois de ter perdido um rim durante uma
cirurgia de ovário. Este e outros casos, com ganho
de causa para as vítimas, são narrados no
livro de Célia, que se encontra em sua segunda
edição e já contabiliza mais de 3
mil exemplares vendidos. O livro estará disponível
durante o evento ao preço de R$ 45,00.
A advogada Célia Destri foi a vencedora do Prêmio
Claudia 2002 e contemplada com o título de inovadora
do Bem Estar Social, da Fundação Americana
ASHOKA. As inscrições para a palestra podem
ser feitas hoje, a partir das 14:00 hs, no auditório
do Maceió Mar Hotel. (A.R.M)

Na Rádio
GAZETA
DE ALAGOAS
MACEIÓ,
SEXTA-FEIRA, 11/04/2003
VÍTIMAS DE ERRO MÉDICO PODEM TER
ASSOCIAÇÃO EM ALAGOAS
A advogada
Célia Destri, presidente da Associação
das Vítimas de Erros Médicos do Rio de Janeiro,
proferiu palestra, em Maceió, abordando de forma
técnica como deve agir uma pessoa que tenha sido
vítima de erro médico.
Ela própria perdeu um rim, após cirurgia
mal feita para retirada de cisto no ovário, e,
a partir dessa traumática experiência, decidiu
mobilizar outras vítimas que se uniram criando
uma entidade de proteção coletiva. A associação
do Rio é a primeira do País, e, a partir
da ação dela, surgiram entidades similares
em Brasília, São Paulo, Goiás, Rio
Grande do Sul e Minas Gerais.
"Se como advogada senti dificuldade para cobrar judicialmente
a responsabilidade, imaginei o sofrimento de pessoas leigas"
- disse Célia Destri, explicando por que decidiu
dedicar-se à proteção das vítimas
de erro médico. Ela veio a Maceió convidada
por Silvana Chamusca, para discutir com profissionais
e populares quais os caminhos para a criação
de uma entidade no Estado. A iniciativa teve o apoiodo
Procon, pois o erro médico é também
considerado dano ao consumidor.
Para enfrentar a longa batalha que é a ação
contra um médico ou hospital, a vítima pode
buscar argumentos no Código de Defesa do Consumidor.
Se não tiver recursos, deve recorrer à Defensoria
Pública. "Mas, nunca ignorar o fato ou desistir
da ação" - aconselha Célia Destri.
Outro conselho da advogada é que o paciente ou
seus familiares tenham em mãos uma cópia
do prontuário. Se lhe for negada pelo hospital,
deve recorrer judicialmente, pois o acesso ao documento
é um direito assegurado a qualquer paciente.
Embora ressalte que não tem números sobre
a realidade no País, Célia Destri afirma
que os danos provocados por erro médico são
alarmantes. "Os erros continuam ocorrendo, atingindo,
principalmente, as mulheres durante o parto" - revela.
No Rio de Janeiro, 40% dos casos que chegam à associação
se referem a partos mal feitos em que morrem a parturiente
ou o bebê, ou deixam seqüelas, como paralisia
cerebral no recém-nascido.
Para a advogada, a população continua sendo
vítima de erro médico em conseqüência
da baixa qualidade profissional. Na avaliação
de Célia Destri, o Brasil tem uma formação
profissional deficiente "onde alunos fingem que estudam
e professores fingem que ensinam".

TV Pajuçara com
Ricardo Motta
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